Diretoria da CSB está mobilizada em Brasília para articular a derrubada da reforma trabalhista no Senado

 

Após aprovação de requerimento de urgência para a tramitação da reforma trabalhista no Senado, a diretoria operativa da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) reuniu-se, na quarta-feira (5/7), com o objetivo de traçar estratégias para a barrar o projeto. O encontro dos dirigentes, presentes em Brasília desde o início da semana, é mais uma ação contra o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017, que já levou para as ruas trabalhadores de todo o Brasil como na greve geral de 28 de abril e na marcha do Ocupa Brasília realizada no dia 24 de maio passado.

A busca de apoio de parlamentares para barrar a reforma é o objetivo dos dirigentes da CSB que já trataram de apontar os pontos mais negativos da demolição trabalhista, como o trabalho intermitente e de gestantes e lactantes em locais insalubres, com os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) e Cidinho Santos (PR/MT).

O projeto de demolição deverá ser discutido na terça-feira (11/7) pelo plenário do Senado. A matéria já foi aprovada por duas comissões – Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) – e rejeitada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Participam da mobilização e articulações o presidente Antônio Neto; o secretário-geral Álvaro Egea; os vice-presidentes Flávio Werneck, Francisco Moura, Joana Batista Lopes, Dianyeire Dias de Souza e João Alberto Araújo Fernandes; os secretários Cosme Nogueira (Formação Sindical), Juvenal Cim (Finanças), Itamar Kunert e Paulo Oliveira (Organização e Mobilização), Antonieta de Faria (Mulher Trabalhadora), Maria Barbara da Costa (Saúde), Alessandro Rodrigues (Comunicação), Ronildo Nogueira Palmere (Trabalhadores na Pesca), Jorge Antônio Nascimento (Servidores Públicos) e Cezar Amin Pasqualin (Profissionais Liberais).